quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ALBERT EINSTEIN: A "LENTIDÃO" DE UM GÊNIO

Quando criança (Albert Einstein), não apresentava nenhum sinal de genialidade; muito pelo contrário, seu desenvolvimento se deu de modo bastante moroso até a idade de nove anos. No entanto, a sua paixão em contemplar os mistérios da Natureza começou muito cedo - aos quatro anos - quando ficou maravilhado com uma bússola que ganhara de presente do pai. "Como é que uma agulha pode se movimentar, flutuando no espaço, sem auxílio de nenhum mecanismo?" - perguntava a si mesmo.

Na escola, Albert sentia grande dificuldade para se adaptar às normas rígidas do Estudo. Os professores eram muito autoritários e exigiam que os alunos soubessem tudo de cor.



TDAH É UMA DOENÇA E SEUS PORTADORES PRECISAM DE TRATAMENTO

O portador do TDAH precisa ter na escola um acompanhamento especial, já que não consegue conter seus instintos, tumultuando a sala de aula, a vida dos colegas e dos seus professores. É preciso aplicar uma ação didático-pedagógica direcionada para este aluno, visando estimular sua auto-estima, levando em conta a sua falta de concentração, criando atividades diversificadas para que não haja um comprometimento durante sua aprendizagem.

O professor será o elo principal entre a família e o especialista, durante o tratamento do TDAH, pois seu papel não é o de dar o diagnóstico, mas sim de esclarecer aos pais que esta doença, se não for tratada, gera inúmeras complicações para seu portador no convívio social, levando-o a depressão, a busca de drogas, a insatisfação e a infelicidade; a um conflito interno por não atender as mínimas atividades banais do dia a dia, e a rejeição gerada pelos demais companheiros da escola, não é questão de disciplina apenas, é uma doença genética com consequências bem mais graves.

LEIA MAIS SOBRE O ASSUNTO NA MATÉRIA DA PEDAGOGA E ORIENTADORA EDUCACIONAL BRÍGIDA OLIVEIRA.

http://www.impactocerebral.com/2011/01/tdah-o-que-e-hiperatividade.html




TDAH: SEM INFORMAÇÃO, O SOFRIMENTO AUMENTA

O CAMINHO PARA ALIVIAR O SOFRIMENTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PORTADOR DE TDAH É A BUSCA DA INFORMAÇÃO.

QUANTO MAIS PAIS, PROFESSORES, GESTORES E TODOS QUE CONVIVEM COM ESTAS CRIANÇAS LEREM E DISCUTIREM SOBRE O ASSUNTO, BUSCANDO AO MESMO TEMPO AJUDA MÉDICA E PSICOTERÁPICA, MAIS ALIVIARÃO O SOFRIMENTO SEU E DA CRIANÇA.

http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/alunos-com-transtorno-de-deficit-de-atencao-hiperatividade-tdah-4976576.html




Hiperatividade em crianças prejudica aprendizado e requer diagnóstico precoce, orienta HC.

Desatenção, inquietação e impulsividade são alguns dos indícios de que seu filho pode ser hiperativo. Segundo levantamento do Programa de Atendimento de Hiperatividade do Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e maior complexo hospitalar da América Latina, 90% das crianças atendidas no ambulatório da unidade são meninos na idade escolar, dos seis aos 17 anos.

LEIA MAIS SOBRE O ASSUNTO EM....


http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/08/20/hiperatividade-em-criancas-prejudica-aprendizado-e-requer-diagnostico-precoce-orienta-hc.htm

COMO AJUDAR A CRIANÇA HIPERATIVA

“Para ajudar sua criança hiperativa a ser bem-sucedida, é essencial compreender o comportamento dessa criança, e fazer a distinção entre comportamento que resulta da falta de capacidade e comportamento que resulta da desobediência deliberada.” Sam Goldstein e Michael Goldstein

O MAIS EFICAZ TRATAMENTO PARA A HIPERATIVIDADE

A hiperatividade e o déficit de atenção podem se revelar em transtornos que geram várias alterações no lar, na escola, na vida da criança hiperativa e nos espaços e relacionamentos que esta tem. Porém eles podem ser superados com diagnóstico preciso de um neurologista ou psiquiatra e o acompanhamento de psicólogos. Tudo isto é importante, no entanto, o acesso à informação por parte dos pais ou responsáveis pela criança, o contato constante com a escola e o carinho, a compreensão e o amor são fatores preponderantes para a superação destes transtornos, sendo capazes de transformar a criança hiperativa em um adulto feliz e com senso de pertencimento nos grupos com os quais interage. (T.N.S.)

HIPERATIVOS: SE O OLHAR SOBRE ELES NÃO MUDAR, INSTALA-SE O CAOS!

Tudo começa com a mudança do olhar sobre quem são estas crianças dinâmicas, inteligentes, carinhosas, falantes e criativas, que são os hiperativos! Geralmente, são vistas como mal-educadas, rebeldes, transgressoras, agressivas etc. Só consegui enxergar uma luz no fim do túnel, quando passei a estudar e a olhar meu filho adotivo hiperativo com transtorno opositor desafiador de forma diferente, com olhar de amor e carinho, quando comecei a tratá-lo com diálogo e compreensão, quando passei a acreditar nele, a elogiá-lo e estimular seu tremendo potencial. Os maiores problemas que enfrento, enquanto mãe, é com as escolas, que ainda não conseguiram desenvolver este olhar, professores que ainda os tratam como empecilhos nas salas de aula, gestores que ainda não sabem administrar os conflitos, e só veem uma saída: eliminá-los, como diz Foucault em seu famoso texto Por que matamos o barbeiro?
Os hiperativos precisam de pessoas que neles acreditem, eles não mentem sempre, eles querem dizer a verdade, mas todos desconfiam deles; eles querem chances, oportunidades, mas a escola os rotula, massacra sua autoestima,não valoriza suas habilidades, e vão lentamente os pressionando, a eles e às famílias, até que consigam expurgá-los da escola. Nem sei se posso dizer o acesso à escola está garantido, pois quando sabe que são TDHA, não os recebe, e se o faz não sabem lidar com os mesmos e nem se esforçam para aprofundar os estudos no sentido de incluí-los. Fica aqui meu desabafo pelo que não estão fazendo pelo meu filho. Quem se identificar com este relato, teça abaixo um comentário.


Texto escrito por T.N.S., mãe que luta para criar uma criança hiperativa e oferecer-lhe condições dignas de vida, para que se torne um adulto feliz e valorizado. 

Transtorno desafiador opositor (TDO)


Quando os pais esperam por um filho é natural que o idealizem com todas as boas qualidades que uma pessoa possa desenvolver.
Todos na família têm uma expectativa em relação a este novo membro da família.
Com o passar do tempo, a criança começa a andar, falar e mostrar suas características pessoais.Tem suas vontades, escolhas, comportamentos e pode ser que tenha a tendência a desenvolver o TRANSTORNO OPOSITIVO DESAFIADOR.
Mas afinal o que é isto?
As crianças que têm o TRANSTORNO OPOSITIVO DESAFIADOR são constantemente rebeldes, agressivas, tem dificuldades nas relações com figuras de autoridade, dificuldade de autocontrole e de inibir impulsos e desejos.
Demonstram alto grau de frustração e raiva de quem exija delas o autocontrole.
A Genética predispõe a criança em maior ou menor grau aos transtornos, mas a exposição a ambientes adversos contribui também.
Estas crianças terão prejuízos na vida social, acadêmica e ocupacional, pois tem muita dificuldade em lidar com regras.
O Profissional de Saúde capacitado pode realizar o diagnóstico e ajudar junto com a família e escola no tratamento deste transtorno.
Este Transtorno está descrito no DSM IV e no CID-10.
Costuma ser uma comorbidade do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção)
Algumas regras importantes para lidar com crianças com TOD:

- FALE DE PERTO COM A CRIANÇA
- REGRAS DEVEM SER SIMPLES E AS ORDENS CLARAS
- PEÇA À CRIANÇA PARA REPETIR AS ORDENS
- NUNCA ORDENE EM FORMA DE PERGUNTA
- NÃO DÊ ESPAÇO PARA UMA NEGATIVA
- NÃO CONVERSE NA HORA DA RAIVA
- ELOGIO E RECOMPENSA SÃO SEMPRE MAIS ADEQUADOS QUE A PUNIÇÃO PARA MODIFICAR COMPORTAMENTOS, MAS ISTO DEVE SER PLANEJADO COM ORIENTAÇÃO DE UM PROFISSIONAL CAPACITADO.
- AS RECOMPENSAS NÃO PRECISAM SER MATERIAIS, EXIGINDO GASTOS
- NÃO TENHA MEDO DE DIZER NÃO
- TOLERE A FRUSTRAÇÃO DE SEU FILHO
- REFORCE PEQUENOS AVANÇOS DE COMPORTAMENTOS ADEQUADOS
- CONCEDA A SEU FILHO O DIREITO DE COMETER ERROS
- CONCEDA A SI MESMO O DIREITO DE ERRAR E NUNCA DESISTA

CARMEM STEHLING - PSICÓLOGA E PEDAGOGA

Disponível em http://www.ipevre.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=30:o-transtorno-opositivo-desafiador&catid=3:psicologia&Itemid=4

FILME: I am Sam. Uma lição de amor

"I Am Sam" conta história de um pai devotado em luta com a justiça e a sociedade para manter a guarda de sua filha. Engraçado e comovente, o filme mostra a enorme generosidade do espírito humano.


"Uma Lição de Amor" é a comovente história de Sam Dawson (SEAN PENN), um pai com deficiências mentais que cria sua filha Lucy (DAKOTA FANNING) ajudado por um grupo de amigos bem especial. Ao completar sete anos de idade, Lucy começa a ultrapassar seu pai intelectualmente, e a forte ligação existente entre os dois é ameaçada quando uma assistente social decide que a menina deve ir viver com uma família adotiva.

Diante de situação em que aparentemente é impossível sair vitorioso, Sam decide enfrentar o sistema legal e estabelece uma incomum aliança com Rita Harrison (MICHELLE PFEIFFER), uma poderosa e egocêntrica advogada que inicialmente aceita o caso apenas por ter sido desafiada a fazê-lo por seus colegas. Numa análise superficial, os dois não poderiam ser mais diferentes, porém, na realidade, possuem sutis semelhanças. A natureza compulsiva de Sam espelha a obsessão de Rita em ser aceita socialmente, que é vista com mais naturalidade pela sociedade. Sua busca de perfeição e sucesso a distancia de seu filho e vem destruindo lentamente sua auto-estima.

Juntos, eles se empenharão em convencer o sistema de que Sam merece ter sua filha de volta e, ao longo desse processo, criam um vínculo que resulta numa testemunho singular do poder do amor incondicional.

http://www.webcine.com.br/filmessi/iamsam.htm

FILME: O pequeno italiano (2005)

O filme O PEQUENO ITALIANO (2005), produzido pelo diretor russo Andrey Kravchuk, tem como tema central a adoção ilegal de crianças, ao mesmo tempo em que retrata a condição em que vivem as crianças órfãs e abandonadas nos abrigos russos. As maiores exploram as menores, obrigando-as a trabalhar e entregar o dinheiro ao líder dos garotos. Por outro lado, a única menina (adolescente) que vive no abrigo se prostitui para colaborar com as finanças da instituição. Vanya é um garoto de seis anos que mora no orfanato. Após a visita de um casal de italianos que resolve adotá-lo, ele ganha dos demais órfãos o apelido de o pequeno italiano. Enquanto espera os dois meses necessários para se juntar a sua nova família, a vida de Vanya muda completamente. Ao ver que a mãe de um ex-órfão, que fora adotado, apareceu no orfanato querendo ter seu filho de volta, o menino acredita que isso também pode acontecer com ele. Mesmo seus amigos sendo contra a decisão do garoto, por acreditarem que ele pode ter uma ótima vida na Itália, Vanya, com a ajuda da adolescente da casa, começa a aprender a ler, a fim de conseguir conhecer um pouco mais sobre seu passado e partir na tentativa de conhecer sua mãe. O final do filme é construído de uma forma muito criativa, levando os expectadores a acreditarem que Vanya reencontrou sua mãe, mas não de forma explícita. É UM FILME ESPETACULAR, QUE NÃO TE DEIXA LEVANTAR DO SOFÁ, ANTES QUE CHEGUE O FIM...