"Demorou para dar resultado, mas, a cada, conseguimos conscientizar mais que não interessa a faixa etária [da criança]. Filho é para a vida inteira.", diz Reinaldo Cintra, juiz da coordenadoria de Infância e Juventude de SP. A mudança de perfil dos futuros pais os aproximam das crianças que estão nos abrigos, já que a maioria delas é negra e mais velha.
Adoção tardia de crianças, hiperatividade, transtorno desafiador opositor (TDO).
segunda-feira, 26 de maio de 2014
CAI RESISTÊNCIA À ADOÇÃO DE CRIANÇA NEGRA E MAIS VELHA
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Quem tem a cabeça na Lua pode encontrar lá em cima coisas que pessoas com o pé no chão não veem.
De 3 a 5% das crianças em idade escolar são daquelas distraídas e agitadas, que perdem tudo, não conseguem fazer a lição, não esperam sua vez e agem sem pensar. Têm o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Quando crescem, os sintomas diminuem, mas os problemas, não. Podem até piorar - afinal, as responsabilidades são outras. O que se esquece não é mais a lição de casa, mas prazos e reuniões. Trabalhos são abandonados pela metade, ordens são ignoradas. A impulsividade pode custar o emprego ou o relacionamento. Por que isso é tão comum? A resposta é semelhante à da ansiedade e da depressão - essa característica já foi uma vantagem adaptativa, até que a cultura e o ambiente mudaram. Em sociedades nômades, quem tem foco de atenção disperso é capaz de cuidar melhor de seu gado, explorar áreas desconhecidas e ficar alerta para ameaças. Dan Eisenberg, da Northwestern University, EUA, observou em tribos africanas nômades e sedentárias. Entre os nômades, os que tinham o alelo 7R (ligado ao TDAH) eram mais bem nutridos do que os sem. Já nas sedentárias, acontecia o contrário. Em outras palavras, conforme o homem se estabeleceu num só lugar e começou a viver de atividades que exigem mais foco, a atenção dispersa virou desvantagem. Mas não tanto. Os mesmos genes que hoje estão associados ao risco são responsáveis por revoluções nas artes, ciência e exploração, acredita o psiquiatra Michael Fitzgerald, do Trinity College. Michael, que já tinha procurado traços de autismo na biografia de personalidades, não demorou para fazer o mesmo com o TDAH. Segundo ele, sintomas de déficit de atenção estão presentes em Thomas Edison, Oscar Wilde, Kurt Cobain (que foi diagnosticado quando criança) e até em Che Guevara.
Disponível em http://super.abril.com.br/cotidiano/lado-bom-coisas-ruins-680705.shtml Acesso em 13/11/2013.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
SER MÃE DE FILHO ADOTIVO É ...
- Amá-lo incondicionalmente, sem levar em consideração o
passado e as circunstâncias do presente.
- Exercitar a paciência a qualquer custo, independente de
quantas vezes já o tenha feito.
- Jamais tratá-lo como adotivo, mas como filho do coração,
seu órgão vital.
- Acreditar sempre que ele será um sucesso e verbalizar isto
a ele.
- Dizer que o ama quantas vezes ao dia ele te perguntar.
- Fazer por ele tudo o que faria por um filho biológico, sem
esperar retorno.
- Lutar por ele e protegê-lo das discriminações que a
sociedade lhe impõe.
- Ensinar-lhe os limites da vida, sem deixar de oferecer-lhe
carinho.
- Mostrar-lhe que existe um Deus soberano, maior que ele,
porém amigo o suficiente para socorrê-lo em qualquer situação, inclusive quando
lhe faltar a mãe.
- Provar que jamais o abandonará, tendo em vista que isto
representaria para ele um segundo sofrimento, talvez insuportável.
- Ensinar-lhe os valores da vida e da educação, para que
seja aceito pela sociedade em que vive e bem sucedido nela.
- E, por último, mostrar-lhe que jamais deve desanimar, pois
tudo na vida se conquista com fé em Deus, trabalho, humildade e perseverança. (Tamar N. Shumiski)
segunda-feira, 9 de julho de 2012
GESTOS QUE PODEM SALVAR VIDAS
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
A FORÇA DO NOME MÃE
Sempre desejei ser mãe. Se não o fosse biologicamente, já havia firmado em minha mente que o seria emocionalmente. Deus, sendo generoso para comigo, concedeu-me dois filhos maravilhosos: um menino e uma menina. No entanto, os sonhos de Deus são maiores que os nossos, conforme diz a canção, e ele agraciou-me com um terceiro filho do coração. No início, logo que passou a fazer parte de nossa família, ele me chamava de tia. Gostava, mas ainda não era suficiente para meu coração apaixonado pela maternidade. Montamos uma estratégia em nossa família para incluí-lo entre os filhos, e deu certo. Logo, logo ele estava me chamando de mãe. Considerava isto difícil, pois afinal ele não era um bebê, mas um garoto de nove anos de idade. E hoje, todas as vezes que ouço a palavra mãe sair de seus lábios me chamando, meu coração pulsa mais forte, sinto um aperto na garganta, e fico pensando no valor desta palavra. No caso de meu filho-presente, lhe ensinei que é privilegiado, pois tem duas mães: a biológica e a do coração. Sempre converso com ele e lhe digo que deve amar e respeitar as duas, pois foram dádivas de Deus a ele. Quero que ele continue sendo feliz, essa criança alegre, divertida, às vezes, provocante, mas que no fundo tem um coração sonhador, que pretende galgar os mais altos degraus da vida e se realizar como pessoa. Vá em frente, garoto, você consegue!
Autora: Tamar Naline Shumiski
Autora: Tamar Naline Shumiski
Foto importada de clauderiaugusto.blogspot.com
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O ENCONTRO
Olhos tristes e inseguros, desconfiança total nas pessoas e no mundo, foi assim que o encontrei.
Movida por um imenso sentimento de compaixão, decidi que iria ajudá-lo, que iria amá-lo e dividir o meu pouco com ele, pois este representava muito para ele. Interessante quando parei para pensar nisso. Sempre considerei tão insignificante o que possuía, mas para ele representava algo de muita grandiosidade, tendo em vista a falta de expectativa, a desesperança e o deserto afetivo em que se encontrava.
E para galgar o deserto realmente não tem sido fácil, é como se o solo necessitasse mas se recusasse a sorver a água do amor, afinal, quem é ela? vai me ajudar ou me abandonar novamente?
E começou uma escola para mim, onde estou aprendendo, dia a dia, ano a ano, a regar essa vidinha com amor, esperança, fé, novos olhares; ajudando-a a ressuscitar os sonhos que se encontravam mortos. Como é bom ver brilhar em seus olhos a possibilidade de ser alguém na vida, de entrar para o mundo dos "normais", dos que seguiram o fluxo natural da existência, sem abandono.
Adoção, hiperatividade, amor, filhos
ADOÇÃO,
LITERATURA
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