É O TEMPO QUE DEDICAMOS A NOSSOS FILHOS, SEJAM ELES
HIPERATIVOS OU NÃO, DO VENTRE OU DO CORAÇÃO, QUE OS TORNA IMPORTANTES E
PREPARADOS PARA A VIDA. (Tamar N. Shumiski)
Adoção tardia de crianças, hiperatividade, transtorno desafiador opositor (TDO).
domingo, 13 de dezembro de 2015
O tempo que dedicas a teus filhos
DE ONDE VÊM OS FILHOS?
DIFERENÇA ENTRE MOLDAR E ENSINAR
ENSINAR A UMA CRIANÇA O QUE ELA AINDA NÃO SABE, POR NÃO TER
SIDO ORIENTADA, É DIFERENTE DE MOLDÁ-LA PARA QUE FIQUE DO JEITO QUE QUEREMOS.
(T.N.S.)
Adoção, hiperatividade, amor, filhos
Educação dos filhos
NÃO SÃO LOUSAS, MAS SERES HUMANOS
"(...) não são lousas das quais o passado pode ser
apagado com um espanador ou uma esponja, mas seres humanos que trazem em seu
íntimo suas experiências anteriores e cujo comportamento no presente é
profundamente afetado pelo que aconteceu antes".
Um trecho do livro "Privação e Delinquência",
sobre o efeito da separação de crianças de seus lares e seu desenvolvimento
emocional.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
DE ONDE VEM UM FILHO ADOTIVO?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA ADOTAR UMA CRIANÇA?
Verifique se você tem as condições necessárias para dar esse passo, respondendo ao seguinte teste:
Acesse http://mulher.uol.com.br/comportamento/quiz/2015/12/08/voce-esta-pronto-para-adotar-uma-crianca.htm Acesso em 09 de novembro de 2015.
Acesse http://mulher.uol.com.br/comportamento/quiz/2015/12/08/voce-esta-pronto-para-adotar-uma-crianca.htm Acesso em 09 de novembro de 2015.
domingo, 9 de agosto de 2015
PROJETO FAMÍLIA HOSPEDEIRA
‘Esquenta’ recebe famílias e juízes para contar histórias de sucesso'
No Esquenta!, Regina Casé abriu espaço para um assunto bastante sério: adoção. No palco da atração, a apresentadora recebeu Pedro, um menino de 13 anos de Amparo, no interior de São Paulo. Ele, que foi adotado, apresenta a nova família para a apresentadora e o público. Regina Casé também conversou com as irmãs Ana Carolyna e Ana Tainá, que mostraram os pais adotivos.
LEI Nº 3.736, DE 30 DE SETEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DO PROJETO FAMÍLIA HOSPEDEIRA NO ÂMBITO DAS ENTIDADES DE ATENDIMENTO QUE MANTENHAM PROGRAMA DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E QUE SEJAM REGULARMENTE REGISTRADAS E EM FUNCIONAMENTO NO MUNICÍPIO DE AMPARO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Leia mais...

http://gshow.globo.com/tv/noticia/2015/08/veja-casos-do-projeto-familia-hospedeira-e-baixe-lei-para-entender-melhor-iniciativa.html
No Esquenta!, Regina Casé abriu espaço para um assunto bastante sério: adoção. No palco da atração, a apresentadora recebeu Pedro, um menino de 13 anos de Amparo, no interior de São Paulo. Ele, que foi adotado, apresenta a nova família para a apresentadora e o público. Regina Casé também conversou com as irmãs Ana Carolyna e Ana Tainá, que mostraram os pais adotivos.
LEI Nº 3.736, DE 30 DE SETEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DO PROJETO FAMÍLIA HOSPEDEIRA NO ÂMBITO DAS ENTIDADES DE ATENDIMENTO QUE MANTENHAM PROGRAMA DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E QUE SEJAM REGULARMENTE REGISTRADAS E EM FUNCIONAMENTO NO MUNICÍPIO DE AMPARO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Leia mais...
http://gshow.globo.com/tv/noticia/2015/08/veja-casos-do-projeto-familia-hospedeira-e-baixe-lei-para-entender-melhor-iniciativa.html
segunda-feira, 26 de maio de 2014
CAI RESISTÊNCIA À ADOÇÃO DE CRIANÇA NEGRA E MAIS VELHA
"Demorou para dar resultado, mas, a cada, conseguimos conscientizar mais que não interessa a faixa etária [da criança]. Filho é para a vida inteira.", diz Reinaldo Cintra, juiz da coordenadoria de Infância e Juventude de SP. A mudança de perfil dos futuros pais os aproximam das crianças que estão nos abrigos, já que a maioria delas é negra e mais velha.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Quem tem a cabeça na Lua pode encontrar lá em cima coisas que pessoas com o pé no chão não veem.
De 3 a 5% das crianças em idade escolar são daquelas distraídas e agitadas, que perdem tudo, não conseguem fazer a lição, não esperam sua vez e agem sem pensar. Têm o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Quando crescem, os sintomas diminuem, mas os problemas, não. Podem até piorar - afinal, as responsabilidades são outras. O que se esquece não é mais a lição de casa, mas prazos e reuniões. Trabalhos são abandonados pela metade, ordens são ignoradas. A impulsividade pode custar o emprego ou o relacionamento. Por que isso é tão comum? A resposta é semelhante à da ansiedade e da depressão - essa característica já foi uma vantagem adaptativa, até que a cultura e o ambiente mudaram. Em sociedades nômades, quem tem foco de atenção disperso é capaz de cuidar melhor de seu gado, explorar áreas desconhecidas e ficar alerta para ameaças. Dan Eisenberg, da Northwestern University, EUA, observou em tribos africanas nômades e sedentárias. Entre os nômades, os que tinham o alelo 7R (ligado ao TDAH) eram mais bem nutridos do que os sem. Já nas sedentárias, acontecia o contrário. Em outras palavras, conforme o homem se estabeleceu num só lugar e começou a viver de atividades que exigem mais foco, a atenção dispersa virou desvantagem. Mas não tanto. Os mesmos genes que hoje estão associados ao risco são responsáveis por revoluções nas artes, ciência e exploração, acredita o psiquiatra Michael Fitzgerald, do Trinity College. Michael, que já tinha procurado traços de autismo na biografia de personalidades, não demorou para fazer o mesmo com o TDAH. Segundo ele, sintomas de déficit de atenção estão presentes em Thomas Edison, Oscar Wilde, Kurt Cobain (que foi diagnosticado quando criança) e até em Che Guevara.
Disponível em http://super.abril.com.br/cotidiano/lado-bom-coisas-ruins-680705.shtml Acesso em 13/11/2013.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
SER MÃE DE FILHO ADOTIVO É ...
- Amá-lo incondicionalmente, sem levar em consideração o
passado e as circunstâncias do presente.
- Exercitar a paciência a qualquer custo, independente de
quantas vezes já o tenha feito.
- Jamais tratá-lo como adotivo, mas como filho do coração,
seu órgão vital.
- Acreditar sempre que ele será um sucesso e verbalizar isto
a ele.
- Dizer que o ama quantas vezes ao dia ele te perguntar.
- Fazer por ele tudo o que faria por um filho biológico, sem
esperar retorno.
- Lutar por ele e protegê-lo das discriminações que a
sociedade lhe impõe.
- Ensinar-lhe os limites da vida, sem deixar de oferecer-lhe
carinho.
- Mostrar-lhe que existe um Deus soberano, maior que ele,
porém amigo o suficiente para socorrê-lo em qualquer situação, inclusive quando
lhe faltar a mãe.
- Provar que jamais o abandonará, tendo em vista que isto
representaria para ele um segundo sofrimento, talvez insuportável.
- Ensinar-lhe os valores da vida e da educação, para que
seja aceito pela sociedade em que vive e bem sucedido nela.
- E, por último, mostrar-lhe que jamais deve desanimar, pois
tudo na vida se conquista com fé em Deus, trabalho, humildade e perseverança. (Tamar N. Shumiski)
Assinar:
Postagens (Atom)









